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Tuesday, 22 September 2026

 OF THE UNKNOWN GROWING CHAMPIONS


Guyana, our neighbor to the north, specifically with Roraima, 800,000 inhabitants, 214,000 km2, has GDP growth this year of 19%. Oil, foreign investments.


Guaiana is not alone in this championship. Ireland, with investments from multinationals, will grow 12.5%. Vietnam, Ethiopia, India, Rwanda, Indonesia, Uzbekistan and Kazakhstan grow between 5.5 and 7.5%. Bangladesh, which in the 1980s was one of the poorest countries in the world, exported 35 million USD of clothing. Today it exports 40 billion and the average income grew from 600 dollars to 2,600. And this jump happened with the change of the textile industry there, modernization of equipment, cheap credits and labor training. The country is still poor, but less so. And who benefited, besides the famous brands that manufacture there and sell at the price of gold in developed countries? Brazil, the world's largest cotton producer. And millions of young people who play with balls made there.


Each country has its roots or growth bases. One of them is foreign capital. All the champions mentioned receive it, but no one more than Brazil. The difference is that in these countries foreign capital is destined for development. All of them make reforms of the economic system, less bureaucracy, less regulation, inflation and corruption control, better use and growth of the domestic market and above all legal stability. Well, it may be that not everything is as brilliant as described, but it must be much better than in Latin America, where, in addition to Guyana, growth does not even reach the feet of the countries mentioned. And in Europe, in addition to Ireland, only Poland will have a comparable growth with these country countries.


There is no single formula for development. Each country has its own competitive advantages. But, all of them are clear about their national interest, their long-term vision, their political and legal stability. Another important point is that they do not measure their economic development without adding the growth of HDI, human development. And then come investments in education and health. On the other hand, there are important investments in infrastructure, reducing "Brazil" costs. And, last but not least, export raw materials, but increase their local processing. This is the case with nickel in Indonesia. And all of them use technologies from 5G, AI, satellites and everything else, in unlimited extension. It's worth looking at why they get these development rates and others don't.

 DOS CAMPEÕES EM CRESCIMENTO DESCONHECIDOS

A Guiana, nosso  vizinho  ao norte, especificamente com Roraima, 800 mil habitantes, 214 mil km2, tem crescimento do PIB este ano de 19%. Petróleo, investimentos estrangeiros .

A Guaiana não está sozinha nesse campeonato. A Irlanda, com investimentos de multinacionais, vai crescer 12.5 %. O Vietnam, a Etiópia, a Índia, Ruanda, Indonésia, Uzbequistão  e Kazaquistao crescem entre 5.5 e 7.5 %. O Bangladesh, que na década de 80 foi um dos países mais pobres do mundo, exportava 35 milhões de USD de roupa. Hoje exporta 40 bilhões e a renda média cresceu de 600 dólares para 2.600. E esse salto aconteceu com a mudança da indústria têxtil para lá, modernização de equipamentos, créditos baratos e treinamento de mão de obra. O país continua pobre, mas menos. E quem se beneficiou, além das marcas famosas que fabricam lá e vendem a preço de ouro nos países desenvolvidos? O Brasil, maior produtor mundial de algodão. E milhões de jovens que jogam com bolas feitas lá.

Cada país tem suas raizes ou bases de crescimento. Uma delas é o capital estrangeiro. Todos os campeões mencionados o recebem, mas ninguém mais do que o Brasil. A diferença é que nesses países o capital estrangeiro é destinado ao desenvolvimento. Todos eles fazem reformas do sistema econômico, menos burocracia, menos regulamentação, controle de inflação e de corrupção, melhor aproveitamento e crescimento do mercado doméstico e sobretudo estabilidade jurídica. Bem, pode ser que nem tudo é tão brilhante como descrito, mas deve ser bem melhor do que na América Latina, onde, além da Guiana, o crescimento não chega nem aos pés dos países mencionados. E na Europa, além da Irlanda, só a Polônia terá um crescimento comparável com esses países campões.

Não há uma fórmula única para o desenvolvimento. Cada país possui suas vantagens competitivas próprias. Mas, todos eles têm claro seu interesse nacional, sua visão de longo prazo, sua estabilidade política e jurídica. Outro ponto importante é que não medem o seu desenvolvimento econômico sem adicionar o crescimento de IDH, desenvolvimento humano. E aí entram investimentos em educação e saúde. Na outra ponta, são importantes investimentos em infraestrutura, reduzir custos “Brasil”. E, last but not least, exportar matérias primas, mas aumentar o processamento local delas. É o caso do níquel na Indonésia. E todos eles usam as tecnologias desde 5 G, IA, satélites e tudo mais, em extensão ilimitada. Vale a pena olhar por que eles conseguem essas taxas de desenvolvimento e outros não.

 

 

 

 


Monday, 14 September 2026

 ESTÃO MATANDO A NOSSA ESPERANÇA DE VIVER E TRABALHAR

Trabalho com carteira assinada desde os 16 anos. Há 66 anos. Acompanho sim a política desde a primeira briga eleitoral de Jânio Quadros versus Marechal Lott e daí vi de tudo. Não sou o único que trabalhou a vida toda,nem que passou por tudo e todos na política, pagando seus impostos, respeitando as autoridades e com uma fé inabalável em que esse país não tem guerra e mesmo com enormes esforços para destrui-lo, como falava Jânio, tem futuro.

E agora só vejo debate entre dois potenciais candidatos sobre as mazelas, para não dizer outra coisa, que cada um fez. País reduzido a Dark Horse e Master. E todos em torno deles. Um país tão rico com a sua gente, sem falar em outras riquezas, acaba no fundo de uma panela infernal reduzido a isso tudo, ou seja, a zero. Penso nas pessoas de salário-mínimo, milhões se virando por aí com contas a pagar, sem saúde e escolas funcionando, vivendo de um dia para o outro, contando centavos quando os bilhões passam por caminhos obscuros. 

O que dizem esses nomes pomposos com títulos ministeriais e suas brigas entre eles às pessoas simples?Nada. Absolutamente nada. Tem que alimentar família, vestir os filhos, pagar as contas e se proteger de bandidos de todas as alturas e baixezas. E os ministeriais em voga e toga, sabem o que é isso? Já pagaram alguma conta e ficaram na fila do SUS? Já viram como são as escolas e como os narcotraficantes recrutam jovens? Andaram de ônibus ou metrô? Tiveram a luz cortada por falta de pagamento e o esgoto aberto passando na portaEm resumo, cheiraram além do whisky e do charuto algo davida real de 99 % dos brasileiros?

Se alguma dessas personagens trabalhou na vida real, o que duvido, deve ser saber o que é levantar cedo, pegar ônibus ou trem, trabalhar o dia inteiro para valer. E empresário? Ter a responsabilidade sobre a vida de nossos funcionários, ser pressionado por todo tipo de fiscais, direitos e indireitos, juros nas alturas, mercado instável. Vocês sequer sabem o que é a nossa vida com a qual estão brincando anos a fio?

Eu, e creio que não estou sozinho, quero temporariamente ficar surdo e cego para não ouvir esses extrabrasilienses para não dizer extraterraqueos. Quero ver, ouvir alguém que me diga que este país vai se desenvolver, haverá emprego, felicidade e tudo mais. Quero morrer deixando para meus filhos e netos algo por quê lutei a vida inteira e vocês estragaram, mataram, sujaram e destruíram: esperança a ser realizada de que possamos ter a oportunidade de, nada mais e nada menos, trabalhar em paz para construir uma vida melhor para todos. E se vocês não são capazes de ter a dignidade de fazer a sua parte, nos deixem em paz, briguem e façam as suas lambanças e similares na ilha fiscal, seu próprio baile de egoístas, antibrasileiros, ladrões da nossa esperança e da nossa vontade de trabalhar.

 THEY ARE KILLING OUR HOPE OF LIVING AND WORKING


I have been working with a signed portfolio since I was 16 years old. 66 years ago. Yes, I have been following politics since the first electoral fight of Jânio Quadros versus Marechal Lott and then I saw everything. I'm not the only one who worked all his life, nor who went through everything and everyone in politics, paying his taxes, respecting the authorities and with an unwavering faith that this country has no war and even with enormous efforts to destroy it, as Jânio said, has a future.


And now I only see debate between two potential candidates about the ills, to say the least, that each one did. Country reduced to Dark Horse and Master. And everyone around them. A country so rich with its people, not to mention other riches, ends up at the bottom of an infernal pot reduced to all this, that is, to zero. I think of people with minimum wages, millions turning around with bills to pay, without health and schools working, living overnight, counting pennies when the billions go through dark paths.


What do these pompous names with ministerial titles and their fights between them say to simple people? Nothing. Absolutely nothing. You have to feed your family, dress your children, pay the bills and protect yourself from bandits of all heights and lowness. And the ministries in vogue and toga, do you know what this is? Have you already paid any bills and stood in line for SUS? Have you seen what schools are like and how drug traffickers recruit young people? Did you take the bus or subway? Did you have the electricity cut off for lack of payment and the sewer open passing through the door? In summary, did you smell anything from the real life of 99% of Brazilians in addition to whiskey and cigars?


If any of these characters worked in real life, what I doubt, it must be to know what it's like to get up early, take a bus or train, work all day for real. And businessman? Having responsibility for the lives of our employees, being pressured by all kinds of inspectors, rights and unrights, interest in the heights, unstable market. Do you even know what our life is that you are playing with years on end?


I, and I believe I'm not alone, I want to temporarily go deaf and blind so as not to listen to these extra-Brazilians, not to say extra-terraqueos. I want to see, hear someone who tells me that this country will develop, there will be employment, happiness and everything else. I want to die leaving my children and grandchildren something because I fought all my life and you ruined, killed, soiled and destroyed: the hope to be realized that we can have the opportunity to, nothing more and nothing less, work in peace to build a better life for everyone. And if you are not able to have the dignity to do your part, leave us alone, fight and do your lambanças and the like on the tax island, your own ball of selfish, anti-Brazilians, thieves of our hope and our will to work.


Stefan Bogdan BARENBOIM ŠALEJ



Friday, 4 September 2026

 OF VOTING AND APATHY IN ELECTIONS AROUND THE WORLD


Elections actually change our daily lives and, how much a vote really influences the course of governments, is the question that every voter in the democratic world analyzes before voting. According to research by the OECD, an entity that brings together the richest countries on the planet, in 2026, 40% of people trust the government of their country and 68% are convinced that the vote influences the government. IPSOS, a research company, concludes that most people believe in the vote, but are not heard after the election. In 31 countries, 64% think that parties and politicians matter less and less.


Dissatisfaction with democracy is also very significant. It reaches 69% in the US, 62% in Italy and 52% in the United Kingdom. And in Latin America, only 24% of voters trust Congress and 17% trust political parties.


Electoral responses in presidential or parliamentary regimes are different. The participation of the electorate is also different. Of the important countries, only Brazil and Argentina have compulsory voting. And with increasing abstention, rulers are elected with fewer votes. In Israel, the government was elected with 33% of the total voters. In the United Kingdom, with 20%, in the US with 44% and in Brazil, 38%. That is, of the total number of citizens entitled to vote, less than half, on average, elect the government. Abstention is only growing around the world and, with that, the minority elects the government. This is even more pronounced in the case of parliamentary political systems, in which sometimes no one has a majority and has to make a coalition.


In each country, voters' concerns vary greatly depending on the situation of the day. Thus, the cost of living and employment appear very strongly, always. In the case of Israel, the country's security is the main item and the Defense Forces have more confidence than politicians. Argentine voters wanted a break and elected Millei. The Germans change parties, but they don't stop changing. There is a lot of discussion about whether democracy is dying. What is valid to say is that democratic systems adapt to new challenges brought by economic and technological changes that generate social changes and force politicians to follow new demands.


The growth of political leaders with strong personalistic traits did not give the world the certainty that we are being led by the wise. On the other hand, also the great social movements, such as May 68 in France or movements for black rights in the US or even, in 2013, in Brazil, and the movement in India of students, disappeared. We are missing Woodstock, of rebellious youth, worried about their future and wanting to change the world. We are not satisfied with what we have, but we also do not move for changes to happen. Elections are more a struggle for power than for changes and a better world.

 DO VOTO E DA APATIA NAS ELEIÇÕES PELO MUNDO

As eleições de fato mudam o nosso cotidiano e, quanto um voto realmente influencia o rumo dos governos, é a questão que cada eleitor pelo mundo democrático analisa antes de votar. Segundo pesquisa da OCDE, entidade que reúne os países mais ricos do planeta, em 2026, 40 % das pessoas confiam no governo do seu país e 68 % estão convencidos de que o voto influencia o governo. Já a IPSOS, empresa de pesquisas, conclui que a maioria das pessoas acredita no voto, mas que não são ouvidas após a eleição. Em 31 países, 64 % pensam que os partidos e os políticos importam cada vez menos.

A insatisfação com a democracia também é muito significativa. Ela chega a 69 % nos EUA, 62 % na Itália e 52 % no Reino Unido. E na América Latina, só 24 % dos eleitores confiam no Congresso e 17%, nos partidos políticos.

As respostas eleitorais nos regimes presidenciais ou parlamentares são diferentes. Também a participação do eleitorado é diferente. Dos países importantes, só o Brasil e a Argentina têm voto obrigatório. E com a abstenção cada vez maior, os governantes são eleitos com menos votos. Em Israel, o governo foi eleito com 33 % do total dos eleitores. No Reino Unido, com 20 %, nos EUA com 44% e no Brasil, 38 %. Ou seja, do total dos cidadãos com direito a voto, menos da metade, em média, elege o governo. A abstenção está só crescendo pelo mundo afora e, com isso, a minoria elege o governo. Isso ainda é mais acentuado no caso de sistemas políticos parlamentaristas, em que às vezes ninguém tem maioria e tem que fazer uma coalizão.

Em cada país as preocupações dos eleitores variam muito em função da conjuntura do dia. Assim, o custo de vida e o emprego aparecem muito fortemente, sempre. No caso de Israel, a segurança do país é o item principal e as Forças de Defesa têm mais confiança do que os políticos. Os eleitores argentinos queriam uma ruptura e elegeram Millei. Os alemães mudam de partido, mas não deixam de mudar. Há muita discussão sobre se a democracia está morrendo. O que é válido dizer é que os sistemas democráticos se adaptam a novos desafios trazidos pelas mudanças econômicas e tecnológicas que geram mudanças sociais e obrigam os políticos a seguirem novas demandas.

O crescimento de líderes políticos com fortes traços personalistas não deu ao mundo a certeza de que estamos sendo liderados pelos sábios. Por outro lado, também os grandes movimentos sociais, como maio de 68 na França ou movimentos pelos direitos dos negros nos EUA ou até, em 2013, no Brasil, e o movimento na Índia dos estudantes, sumiram. Estamos com falta de Woodstock, de juventude rebelde, preocupada com seu futuro e querendo mudar o mundo. Não estamos satisfeitos com o que temos, mas também não nos movemos para que mudanças acontecem. As eleições são mais uma luta pelo poder do que por mudanças e por um mundo melhor.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Friday, 28 August 2026

 




ŠALEJ NO COMMENT

DO SABEM TUDO OU NÃO ENTENDERAM

 

 

A eleição brasileira e seus resultados definirão a posição do país no mundo como democracia, com taxa de desenvolvimento crescendo, com paz social, como guardião de sustentabilidade ambiental e como parceiro comercial confiável com a solidez de suas finanças. Ou não? A imprensa internacional, no fundo a imprensa de cada país, analisa e transmite suas observações de acordo com a visão ou, até mais, interesses do seu país. E o Brasil é notícia diariamente nos principais jornais dos países do G 7 e G 20.

A imagem do Brasil alegre, bom de futebol e samba, de garotas de Ipanema, de operário que virou presidente, de militares golpistas e da ditadura, já não é a principal imagem em cabeças pelo mundo afora. Hoje a imprensa no exterior, bem representada pelos mais de 100 correspondentes que atuam no país, relata, na disputa eleitoral, de um lado a disputa ideológica e o fato de termos um candidato de esquerda, com 80 anos, pela quarta vez, também já preso por corrupção, e de outro um candidato herdeiro de um ex-presidente preso por tentativa de golpe do estado.

Enquanto a imprensa chinesa se preocupa com a maior inclinação de um candidato pelos EUA, a imprensa indiana fala em Sul  Global e BRICS, e o influente jornal francês Le Monde, sobre democracia e aliança da extrema direita mundial. Também se questiona muito se a política de Trump, com tarifas infringidas ao Brasil, ajudam ao Lula e se o Brasil, com a sua reeleição, será o único país do continente com governo da esquerda, teoricamente não alinhado a Trump. E nessa equação, tanto para a imprensa argentina como espanhola, entra a questão do xingatório e da intromissão de Milei na eleição brasileira.

Um item que parece que saiu da discussão é a transparência da eleição, as urnas eletrônicas e a confiabilidade do sistem eleitoral. A explicação dada pelo Presidente do TSE aos 88 embaixadores acreditados no país foi importante. Nesse contexto, é importante entender que a visão sobre o Brasil, transmitida ao mundo pelas mídias tradicionais, agências de notícias, jornais, TV, rádio e agora TikTok, X ( cujo dono foi xingado pela Primeira Dama) etc. é a visão de cada país ou do segmento social ou econômico para o qual o meio de comunicação se dirige e não a visão que nós temos do Brasil. Se a isso somarmos as embaixadas e consulados, serviços de inteligência, câmaras de comércio, think tanks e também as empresas multinacionais, chegamos a milhares de pessoas que diariamente analisam e informam o que está acontecendo e preveem o que pode acontecer. Ou seja, sabem de tudo, mas agem estritamente dentro de seus interesses políticos ou econômicos. Sabem de tudo,mas a realidade das urnas, só depois de abertas. Mas isso não quer dizer que antes não defendam seus interesses. O Brasil interessa a todos.

Podemos dizer que Brasil está constantemente analisado e até vigiado. Não so durante processo eleitoral, mas sempre. É so nao esquecer inúmeras expedicoes na Amazônia desde século 19 e de uma delas há cem anos ate dirigida por ex Presidente dos EUA Theodor Roosvelt.Ou escuta no governo Obama da Presidente Dilma. O controle dos satélites que vigiam Brasil, dos cabos submarinos, de comunicações na Amazônia com Starlink, dos equipamentos de telecomunicações ( mesmo privadas usam tecnologia chinesa) e mais, estão fora do controle do governo brasileiro. Bilhões de dados sobre Terra Brasiliense estão depositados e analisados fora do país.

Quais  serviços de inteligência estrangeiros atuam no Brasil é outra pergunta.Não faz tão  tempo que Brasil expulsou espião russo. Mais um grupo que capta informações sobre Brasil.Outro grupo é de  instituições financeiras,como FED, banco central americano,  bancos centrais de vários países e claro instituições multilaterais como Banco Mundial e BID.

Há também inúmeras empresas de consultoria que são contratadas como também de pesquisas tanto pelos governo como pelas empresas para obter dados e análises sobre perspectiva eleitoral.Muitos de dirigentes de empresas de pesquisas e de consultoria foram alunos de universidades americanas trazendo para o Brasil sofisticados métodos para aperfeiçoar seu trabalho.

A conclusão seria que a imprensa pública, é um dos nós do tecido de informações composto por milhares de sofisticados sistemas e do humint, informações obtidas por pessoas, que compõem o retrato do Brasil. Não se tem dúvida que as informações que os estrangeiros possuem sobre eventos políticos e do tecido político brasileiro com a sua racionalidade, ao contrário das muitas análises brasileiras mais emocionais, formam uma ação mais consistente para atingir seus objetivos. O mundo vê, analisa Brasil, só e tão somente sob  a vista de seus interesses. Agora, pensar que são observadores inocentes, é ilusão de ótica. Criam suas alternativas para influir nas eleições. Uma delas é apoio de multinacionais, que no Brasil se tornam empresas nacionais, aos candidatos. E diplomatas jurando em público que seu país não vão interferir, é história do Papai Noel.

Lembrando do episódio que aconteceu no Restaurante Massimo em São Paulo na véspera do primeiro turno da eleição de 2021. Os cinco convidados brasileiros do USTR Zellick foram um dosa maiores banqueiros do país, dois empresários que se tornaram ministros do primeiro governo Lula e um industrial e um representante do mercado.Conversa correu sobre economia e sobre eleições.E a pergunta de todo poderoso Zellick, quem apoiavam, seguiu a pergunta e Estados Unidos. Ele teceu elogios ao José Serra, que acabou de derrotar ele no capítulo de remédios genéricos na reunião de OMC em Doha, mas foi claro que Lula eleito vai precisar mais de Washington para governar que um Serra inteligente e independente.Voilá.

No final na eleição, o juíz final são as urnas.

 

Eis o  título de Bloomberg 27.8.2026.

Deep Dive: The Avatars Shaping Brazil’s Election

 

 

No topic is off limits for Dona Maria, a political influencer whose videos have racked up millions of views and thousands of likes in the runup to Brazil’s presidential election in October. The catch: she isn’t human.

  • At the forefront of debate on the use of X and WhatsApp in politics, Brazil — one of the world’s most online and polarized democracies — has become a potent testing ground for AI during the campaign.
  • The rapid expansion of app-based gig work is reshaping the political landscape in Latin America’s biggest economy, weakening the bond between the ruling Workers’ Party and the working class that once defined it.
  • Polls suggest leftist Luiz Inacio Lula da Silva is in danger of losing the office he’s held since January 2023 to a challenge from the right. The votes of delivery drivers and ride-hailing workers have become a central battleground that will help determine his bid for reelection.
  • Lula faces right-wing candidate Flávio Bolsonaro, who secured his party’s presidential nomination despite a family feud and allegations linking him to a banking scandal that ensnared much of Brazil’s political class. The son of ex-President Jair Bolsonaro denies any wrongdoing.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

STEFAN SALEJ
(Stefan Bogdan Barenboim Šalej)

Presidente de Slovenian Global Business Network, Conselheiro do Conselho de Economia da FIESP, Ex Presidente da FIEMG ex Vice Presidente da CNI, empresario e consultor

28.de agosto de 2026

Publicado em:
Diário do Comércio — Giro pelo Mundo

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