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Friday, 28 August 2026

 




ŠALEJ NO COMMENT

DO SABEM TUDO OU NÃO ENTENDERAM

 

 

A eleição brasileira e seus resultados definirão a posição do país no mundo como democracia, com taxa de desenvolvimento crescendo, com paz social, como guardião de sustentabilidade ambiental e como parceiro comercial confiável com a solidez de suas finanças. Ou não? A imprensa internacional, no fundo a imprensa de cada país, analisa e transmite suas observações de acordo com a visão ou, até mais, interesses do seu país. E o Brasil é notícia diariamente nos principais jornais dos países do G 7 e G 20.

A imagem do Brasil alegre, bom de futebol e samba, de garotas de Ipanema, de operário que virou presidente, de militares golpistas e da ditadura, já não é a principal imagem em cabeças pelo mundo afora. Hoje a imprensa no exterior, bem representada pelos mais de 100 correspondentes que atuam no país, relata, na disputa eleitoral, de um lado a disputa ideológica e o fato de termos um candidato de esquerda, com 80 anos, pela quarta vez, também já preso por corrupção, e de outro um candidato herdeiro de um ex-presidente preso por tentativa de golpe do estado.

Enquanto a imprensa chinesa se preocupa com a maior inclinação de um candidato pelos EUA, a imprensa indiana fala em Sul  Global e BRICS, e o influente jornal francês Le Monde, sobre democracia e aliança da extrema direita mundial. Também se questiona muito se a política de Trump, com tarifas infringidas ao Brasil, ajudam ao Lula e se o Brasil, com a sua reeleição, será o único país do continente com governo da esquerda, teoricamente não alinhado a Trump. E nessa equação, tanto para a imprensa argentina como espanhola, entra a questão do xingatório e da intromissão de Milei na eleição brasileira.

Um item que parece que saiu da discussão é a transparência da eleição, as urnas eletrônicas e a confiabilidade do sistem eleitoral. A explicação dada pelo Presidente do TSE aos 88 embaixadores acreditados no país foi importante. Nesse contexto, é importante entender que a visão sobre o Brasil, transmitida ao mundo pelas mídias tradicionais, agências de notícias, jornais, TV, rádio e agora TikTok, X ( cujo dono foi xingado pela Primeira Dama) etc. é a visão de cada país ou do segmento social ou econômico para o qual o meio de comunicação se dirige e não a visão que nós temos do Brasil. Se a isso somarmos as embaixadas e consulados, serviços de inteligência, câmaras de comércio, think tanks e também as empresas multinacionais, chegamos a milhares de pessoas que diariamente analisam e informam o que está acontecendo e preveem o que pode acontecer. Ou seja, sabem de tudo, mas agem estritamente dentro de seus interesses políticos ou econômicos. Sabem de tudo,mas a realidade das urnas, só depois de abertas. Mas isso não quer dizer que antes não defendam seus interesses. O Brasil interessa a todos.

Podemos dizer que Brasil está constantemente analisado e até vigiado. Não so durante processo eleitoral, mas sempre. É so nao esquecer inúmeras expedicoes na Amazônia desde século 19 e de uma delas há cem anos ate dirigida por ex Presidente dos EUA Theodor Roosvelt.Ou escuta no governo Obama da Presidente Dilma. O controle dos satélites que vigiam Brasil, dos cabos submarinos, de comunicações na Amazônia com Starlink, dos equipamentos de telecomunicações ( mesmo privadas usam tecnologia chinesa) e mais, estão fora do controle do governo brasileiro. Bilhões de dados sobre Terra Brasiliense estão depositados e analisados fora do país.

Quais  serviços de inteligência estrangeiros atuam no Brasil é outra pergunta.Não faz tão  tempo que Brasil expulsou espião russo. Mais um grupo que capta informações sobre Brasil.Outro grupo é de  instituições financeiras,como FED, banco central americano,  bancos centrais de vários países e claro instituições multilaterais como Banco Mundial e BID.

Há também inúmeras empresas de consultoria que são contratadas como também de pesquisas tanto pelos governo como pelas empresas para obter dados e análises sobre perspectiva eleitoral.Muitos de dirigentes de empresas de pesquisas e de consultoria foram alunos de universidades americanas trazendo para o Brasil sofisticados métodos para aperfeiçoar seu trabalho.

A conclusão seria que a imprensa pública, é um dos nós do tecido de informações composto por milhares de sofisticados sistemas e do humint, informações obtidas por pessoas, que compõem o retrato do Brasil. Não se tem dúvida que as informações que os estrangeiros possuem sobre eventos políticos e do tecido político brasileiro com a sua racionalidade, ao contrário das muitas análises brasileiras mais emocionais, formam uma ação mais consistente para atingir seus objetivos. O mundo vê, analisa Brasil, só e tão somente sob  a vista de seus interesses. Agora, pensar que são observadores inocentes, é ilusão de ótica. Criam suas alternativas para influir nas eleições. Uma delas é apoio de multinacionais, que no Brasil se tornam empresas nacionais, aos candidatos. E diplomatas jurando em público que seu país não vão interferir, é história do Papai Noel.

Lembrando do episódio que aconteceu no Restaurante Massimo em São Paulo na véspera do primeiro turno da eleição de 2021. Os cinco convidados brasileiros do USTR Zellick foram um dosa maiores banqueiros do país, dois empresários que se tornaram ministros do primeiro governo Lula e um industrial e um representante do mercado.Conversa correu sobre economia e sobre eleições.E a pergunta de todo poderoso Zellick, quem apoiavam, seguiu a pergunta e Estados Unidos. Ele teceu elogios ao José Serra, que acabou de derrotar ele no capítulo de remédios genéricos na reunião de OMC em Doha, mas foi claro que Lula eleito vai precisar mais de Washington para governar que um Serra inteligente e independente.Voilá.

No final na eleição, o juíz final são as urnas.

 

Eis o  título de Bloomberg 27.8.2026.

Deep Dive: The Avatars Shaping Brazil’s Election

 

 

No topic is off limits for Dona Maria, a political influencer whose videos have racked up millions of views and thousands of likes in the runup to Brazil’s presidential election in October. The catch: she isn’t human.

  • At the forefront of debate on the use of X and WhatsApp in politics, Brazil — one of the world’s most online and polarized democracies — has become a potent testing ground for AI during the campaign.
  • The rapid expansion of app-based gig work is reshaping the political landscape in Latin America’s biggest economy, weakening the bond between the ruling Workers’ Party and the working class that once defined it.
  • Polls suggest leftist Luiz Inacio Lula da Silva is in danger of losing the office he’s held since January 2023 to a challenge from the right. The votes of delivery drivers and ride-hailing workers have become a central battleground that will help determine his bid for reelection.
  • Lula faces right-wing candidate Flávio Bolsonaro, who secured his party’s presidential nomination despite a family feud and allegations linking him to a banking scandal that ensnared much of Brazil’s political class. The son of ex-President Jair Bolsonaro denies any wrongdoing.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

STEFAN SALEJ
(Stefan Bogdan Barenboim Šalej)

Presidente de Slovenian Global Business Network, Conselheiro do Conselho de Economia da FIESP, Ex Presidente da FIEMG ex Vice Presidente da CNI, empresario e consultor

28.de agosto de 2026

Publicado em:
Diário do Comércio — Giro pelo Mundo

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Saturday, 22 August 2026

 ELECTIONS ELSEWHERE AFFECTING US


As expected, we’re focused on Brazil’s general elections in October. In fact, the whole world is watching to see what will happen in those elections. But this year there have been more than 40 elections worldwide, including those in Colombia, Hungary, and Peru, and by the end of the year we’ll have elections in Israel, the United States, Sweden, and Morocco. The latter two are important because of our military aircraft alliance with Sweden and, in the case of Morocco, because it’s a major supplier of phosphate. The Swedes are pragmatic, and any government will continue the military relationship. And in Morocco, King Mohamed VI is in charge, so the election is mostly for show. Then there’s Haiti, which is always in crisis, and Nicaragua, which has declared it will hold no more elections—a former ally of Brazil.


The election in Israel at the end of October will be hotly contested. Current Prime Minister Netanyahu, who has lost Trump’s support, is doing everything he can to stay in power after twelve years. The world’s perception of how he governs Israel, his concepts of democracy in the country, and his treatment of the Palestinians are all too well known. Far-right radicals are attacking Palestinian villages, creating a climate of terror—condemned by the U.S.—and claiming there is no prospect for peace as long as Palestinians remain there. The occupation of Gaza remains unresolved, and the invasion of southern Lebanon is only intensifying.

On the other side is the former Chief of Staff of the Israel Defense Forces, General Eisenkot, who advocates for more moderate policies and, ultimately, a reduction in the armed conflicts that are draining the country’s resources. According to election forecasts, neither candidate will secure a majority in the Knesset, but both will need the ability to form a coalition. A key issue in these elections will be Israel’s new role and its relationship with Middle Eastern countries and Iran. The country’s security is the top priority for all candidates, but how to achieve it is the question. Furthermore, the October 7 massacre remains fresh in everyone’s memory—why it happened and how it was handled afterward.

The U.S. midterm elections, which will renew the 435-member House of Representatives and 30 Senate seats, will serve as a referendum on the Trump administration, whose approval rating currently stands at 35%. In addition to the never-ending conflict with Iran, Americans have seen a 24.6% increase in the cost of gasoline, a 39% rise in heating oil prices (the elections are in November, already in winter), and a more than 5% increase in food prices over the past year. The current forecast is that the Democrats, the opposition, will win the House of Representatives, while Trump’s Republicans will win the Senate. If that happens, Trump will face certain limitations on his ability to govern, but not to the point of changing the essence of his governance model.

The results of these two elections directly affect us from political, financial, and economic perspectives—far more so than the selection of the new United Nations Secretary-General.


STEFAN SALEJ

(Stefan Bogdan Barenboim Šalej)


August 21, 2026


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Diário do Comércio — Around the World


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 ŠALEJ NO COMMENT

DAS ELEIÇÕES DOS OUTROS BATENDO NA GENTE

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Como deve ser, estamos concentrados nas eleições gerais em outubro no Brasil. Aliás, o mundo inteiro está observando o que deve acontecer nessas eleições. Mas neste ano houve no mundo mais de 40 eleições, entre outras na Colômbia, Hungria Peru, e até o final do ano teremos eleições em Israel, Estados Unidos, Suécia e Marrocos. As duas últimas são importantes por causa danossa aliança na área de aviões militares com Suécia eno caso doMarrocos, por ser grande fornecedor de fosfato. Os suecos são práticos e qualquer governo vai continuar o relacionamento na área militar. E no Marrocos, o Rei Mohamed VI manda, e então a eleição é mais para inglês ver. Tem mais o Haiti, que está sempre em crise e Nicarágua, que declarou que não vai ter mais eleições. Ex-país-amigo do Brasil.

Disputada será a eleição em Israel no final de outubro. O atualPrimeiro-ministro Netanyahu, que perdeu o apoio de Trump, está fazendo tudo para se manter no poder, após doze anos. A percepção do mundo de como ele dirige Israel, os conceitos dele de democracia no país, e tratamento aos palestinos, são mais do que conhecidos. Os radicais de extrema direita estão atacando as aldeias palestinas, criando um verdadeiro terror, condenado pelos EUA, e dizendo que não há perspectiva de paz enquanto tiver palestino por lá. A ocupação de Gaza continua sem solução, e a invasão do Sul de Líbano está só aumentando.

Na outra ponta está o ex-chefe do Estado Maior das Forças de defesa de Israel, general Eisenkotque prega políticas mais moderadas e, não no final, a redução dos conflitos armados que estão sugando o sangue do país. Pelas previsões eleitorais nenhum dos dois candidatos terá a maioria na Knesset, parlamento, mas terá que ter a habilidade de fazer uma coalizão. Uma coisa importante nessas eleições será o novo papel de Israel e sua relação com ospaíses do Oriente Médio e Irã. A segurança do país é a prioridade para todos os candidatos, mas como alcançá-la é a questão. E mais, na memória de todos está o massacre de de outubroPorque aconteceu e como foi administrado depois.

As eleições de midterm americanas, renovando a Câmara de deputados, 435, e 30 assentos no Senado, serão um julgamento do governo Trump, cuja aprovação hoje está em 35 %. Além doconflito com o Irã, sem fim, o americano sofreu em um ano um aumento do custo da gasolina de 24.6 %, do óleo para aquecimento,de 39 % (as eleições são em novembro, já no inverno) e dos alimentos, de mais de 5 %. A previsão hoje é que os Democratas, oposição, ganhem a Câmara dos deputados, e os Republicanos deTrump, Senado. Se isso acontecer, Trump terá certas limitações na governabilidade, mas não ao ponto de mudar a essência do seu modelo de gestão.

Os resultados das duas eleições nos afetam diretamente tanto do ponto de vista político como financeiro e econômico. Bem mais do que escolha do novo Secretário-geral das Nações Unidas.


STEFAN SALEJ
(Stefan Bogdan Barenboim Šalej)

21 de agosto de 2026

Publicado em:
Diário do Comércio — Giro pelo Mundo

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Saturday, 15 August 2026

 14 de agosto de 2026

Dos insultos e negócios

STEFAN ŠALEJ

Como a troca de ofensas entre presidentes vem custando caro aos negócios do Brasil — e por que a diplomacia empresarial é a saída

 

Parece que o que ensinamos às nossas filhas, filhos, netas e netos não vale para os presidentes de nossos países. Não fale palavra feia. Mas presidente pode?

O fato é que estamos assistindo perplexos, já há bastante tempo, a uma troca de insultos e falta de civilidade entre presidentes — no nosso caso, entre Brasil e Argentina especificamente — que passam dos limites da civilidade das populações dos dois países. Nós, os cidadãos, não somos assim. E mesmo que discordemos em futebol, onde não há limites, nos respeitamos e não demos procuração aos presidentes para se xingarem e expressarem suas opiniões privadas, verdadeiras ou não, para prejudicar nada mais, nada menos, do que os nossos negócios, entre outros.

Vivemos em um período em que as personalidades presidenciais do eixo Brasil–Argentina–Estados Unidos falam e dizem umas às outras o que querem. Claro que a parte ofendida publicamente tem que reagir. Interessante é que, no passado, as ruas ganhavam esses protestos, mas hoje são as redes sociais os elementos que contam. Estudantes na rua queimando bandeiras, já era. E o operário, hoje, cuida do seu emprego, pouco se lixando se o presidente foi chamado de ladrão. O nacionalismo mudou.

DOIS PARCEIROS, DOIS CONFLITOS

O fato é que o Brasil está em conflito direto com dois de nossos maiores parceiros: EUA e Argentina. No caso americano, tudo indica que as novas tarifas vão ficar e que a discussão, sabiamente orientada pelo Itamaraty, passou para a OMC — e, no Brasil, o assunto virou parte do debate eleitoral. Mas é bom lembrar os nomes com que nossa Primeira-Dama chamou o empresário número um do mundo, Elon Musk. Ela esqueceu; ele, jamais.

O Brasil — ou seja, nossos políticos — deveria olhar, antes de abrir a boca, para os interesses do país. Cala-te, Magda. Com a Argentina temos uma aliança industrial que nos beneficia: exportamos produtos industrializados que a China não compra, além de investimentos. Sem falar em turismo. Especificamente em toda a América Latina, temos superávit na balança comercial — 14 bilhões de dólares — e mais de 30 bilhões de investimentos.

AUSÊNCIAS QUE CUSTAM CARO

Nosso presidente, em dois anos, só foi à posse de seus companheiros no México e no Uruguai; não foi à assinatura do acordo Mercosul–UE, nem à posse de outros oito presidentes. Divergências ideológicas não impediram, no regime militar, relações com a União Soviética, a China e outros. Nossos vizinhos também investem no Brasil — veja o Chile, 20 bilhões de dólares. Nossos bancos estão formando uma rede financeira na América Latina.

Já passamos maus bocados no mundo com o comportamento estranho do governo anterior. E agora perdemos todo o capital positivo que tínhamos como país — sem falar no futebol —, com excesso verbal e falta de racionalidade na defesa de nossos interesses. Essas confusões a que assistimos prejudicam nossos negócios de hoje e de amanhã. A esperança é que a tradição da diplomacia brasileira prevaleça, não só no trato com o exterior, mas que consiga também baixar a bola por aqui.

Políticos, no mundo inteiro, adoram conflitos com inimigos externos — imaginários ou reais. Há certo machismo nisso. Mas brigar com outros países pode unir um país dividido e aumentar o nacionalismo para efeitos eleitorais. E políticos vão; as empresas ficam, com as consequências e os prejuízos.

Se o empresariado espera que a bola vai baixar pela vontade dos políticos, não vai.

A SAÍDA: DIPLOMACIA EMPRESARIAL

Uma das soluções mais usadas é a “diplomacia empresarial”. No Brasil, ajudou muito a desarmar recentemente o problema das tarifas com os EUA, mas também foi importante no passado o MEBEF (Mercosul-EU Business Forum) e outras iniciativas. Os tempos de hoje exigem canais de diálogo abertos, uma estratégia empresarial de atuação nessa área — incluindo câmaras de comércio brasileiras no exterior, missões, representação de entidades empresariais e mais.

 

SALDO COMERCIAL DO BRASIL COM A AMÉRICA DO SUL — 2025

País

Saldo comercial 2025

Situação

🇦🇷 Argentina

≈ +US$ 4,0 bi

Superávit

🇨🇱 Chile

≈ +US$ 2,5 bi

Superávit

🇵🇾 Paraguai

≈ +US$ 2,0 bi

Superávit

🇺🇾 Uruguai

≈ +US$ 1,5 bi

Superávit

🇨🇴 Colômbia

≈ +US$ 1,5 bi

Superávit

🇵🇪 Peru

≈ +US$ 0,8 bi

Superávit

🇪🇨 Equador

≈ +US$ 0,7 bi

Superávit

🇻🇪 Venezuela

+US$ 0,489 bi

Superávit

🇬🇾 Guiana

≈ +US$ 0,4 bi

Superávit

🇸🇷 Suriname

≈ +US$ 0,1 bi

Superávit

🇧🇴 Bolívia

≈ 0,0 bi

Equilíbrio

TOTAL AMÉRICA DO SUL

≈ +US$ 14 bi

Superávit

Fonte: dados compilados pelo autor. Valores aproximados em bilhões de dólares.

INVESTIMENTOS E INTEGRAÇÃO ECONÔMICA POR PAÍS

País

Brasil → país

(2024)

País → Brasil

(2024)

Comércio

Brasil–país 2025

Saldo

comercial

Integração

🇦🇷 Argentina

8,63 bi

~1,4 bi

~US$ 31 bi

+

★★★★★

🇨🇱 Chile

5,03 bi

~19,6 bi

~US$ 11–12 bi

+

★★★★★

🇺🇾 Uruguai

5,92 bi

~9,0 bi

~US$ 6 bi

+

★★★★

🇵🇾 Paraguai

1,76 bi

n/d

~US$ 7–8 bi

+

★★★★★

🇨🇴 Colômbia

0,76 bi

~2,2 bi

~US$ 6–7 bi

+

★★★★

🇵🇪 Peru

1,02 bi

~0,4 bi

~US$ 4–5 bi

+

★★★★

🇻🇪 Venezuela

0,91 bi

n/d

~US$ 1,2 bi

+0,49 bi

★★★

🇧🇴 Bolívia

0,11 bi

n/d

~US$ 2,6 bi

~0

★★★

🇪🇨 Equador

0,26 bi

n/d

~US$ 1,5 bi

+

★★★

🇬🇾 Guiana

n/d

n/d

~US$ 1 bi

+

★★★★

🇸🇷 Suriname

n/d

n/d

<US$ 0,5 bi

+

⭐ Escala de integração econômica de 1 a 5 estrelas, segundo avaliação do autor. n/d = dado não disponível.

POSSES PRESIDENCIAIS NA AMÉRICA LATINA — QUEM REPRESENTOU O BRASIL

País

Presidente empossado

Data

Brasil representado por

Nível

🇦🇷 Argentina

Javier Milei

10/12/2023

Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores

Ministro

🇪🇨 Equador

Daniel Noboa

23/11/2023

Geraldo Alckmin, vice-presidente

Vice-presidente

🇬🇹 Guatemala

Bernardo Arévalo

15/01/2024

Geraldo Alckmin, vice-presidente

Vice-presidente

🇸🇻 El Salvador

Nayib Bukele — novo mandato

01/06/2024

Luiz Paulo Teixeira, ministro do Desenvolvimento Agrário

Ministro

🇵🇦 Panamá

José Raúl Mulino

01/07/2024

Geraldo Alckmin, vice-presidente

Vice-presidente

🇩🇴 Rep. Dominicana

Luis Abinader — novo mandato

16/08/2024

Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores

Ministro

🇲🇽 México

Claudia Sheinbaum

01/10/2024

Luiz Inácio Lula da Silva

Presidente

🇺🇾 Uruguai

Yamandú Orsi

01/03/2025

Luiz Inácio Lula da Silva

Presidente

🇸🇷 Suriname

Jennifer Geerlings-Simons

16/07/2025

Márcia Lopes, ministra das Mulheres

Ministra

🇧🇴 Bolívia

Rodrigo Paz

08/11/2025

Geraldo Alckmin, vice-presidente

Vice-presidente

Fonte: dados compilados pelo autor.

 

STEFAN SALEJ

(Stefan Bogdan Barenboim Šalej)

14 de agosto de 2026

Publicado em:

Diário do Comércio — Giro pelo Mundo

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