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Saturday, 24 October 2026

 OF THE THREE ELECTIONS


In the next ten days, three important elections will be held for the next decade: Brazil, Israel and the United States. The result of the Brazilian election will define not only its greater or lesser alliance with the US, in any situation the alliance will exist, but above all a greater or lesser sovereignty over its natural resources and also its relationship with its largest trading partner, China. In the dispute between China and the US are not only chips, but also rare earths, energy and markets. And Brazil is an important player in this game of the two great potentials.


The election in Israel, the only democratic country in the Middle East, on October 27, to elect the 120 members of the Knesset, the parliament, will define not only the fate of the longest-serving Prime Minister of Israel, Benjamin Netanyahu, 19 years old, but also what will be the Israeli policy towards the Palestinians and especially towards its 33 Arab neighbors. Bibi, as the Prime Minister is known, was openly supported by Trump, but carries to the election only accusations of corruption, but above all of the inexplicable attack by Hamas terrorists and the subsequent conflict in Gaza. His opponent is General Einsenkot, former Commander of the Israel Defense Forces. The predictions are that neither of them will have the majority and will need to compose themselves with smaller parties. And then come in the smaller parties, in total 38, ultra-orthodox Jews and conservatives compete, and the Arab parties, which as in the past, many of which have dictated a course in Israeli politics that the world condemns.


The midterm elections, in the USA, when all 435 deputies will be elected, the term there is two years and 35 of the 100 senators, 6-year term, in addition to 36 governors of the 50 states, and state assemblies and senates, in addition to city halls. The early vote has already begun and the battle between the Republicans, with Trump fighting to keep the majority in both houses, and the Democrats with a chance of recovering the majority seems a deadly fight. Billions of dollars invested in campaigns, mainly digital and TV, the biggest donor is Elon Musk, the richest man on the planet. The accusations fly like mosquitoes and the Republicans have to defend the high cost of living, especially of gasoline and diesel and food and the conflict with Iran. Many of them, even indicated by Trump, have tried to avoid these issues, but the voter who pays the bills knows the consequences of Trump's tariff policies and war.


Democrats have many chances to win the majority in both houses, which may hinder the impertinent management of the Republicans, but it will not diminish Trump's imperial momentum. And the Democrats begin to prepare their way to the White House. The polls may surprise, but anyway their results will change the destinies of millions of people.

DAS TRÊS ELEIÇÕES

Nos próximos dez dias serão realizadas três eleições importantes para a próxima década: Brasil, Israel e Estados Unidos. O resultado da eleição brasileira definirá não só sua maior ou menor aliança com os EUA, em qualquer situação a aliança vai existir, mas sobretudo uma maior ou menor soberania sobre seus recursos naturais e também a sua relação com seu maior parceiro comercial, a China. Na disputa entre China e EUA não estão só os chips, mas também terras raras, energia e mercados. E o Brasil é um importante player nesse jogo das duas grandes potenciais.

A eleição em Israel, único país democrático no Oriente Médio, no dia 27de outubro, para eleger os 120 membros da Knesset, o parlamento, vai definir não só o destino do mais longevo Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, 19 anos, mas também qual será a política israelense em relação aos palestinos e principalmente em relação aos seus 33 vizinhos árabes. Bibi, como é conhecido o Primeiro-ministro, foi abertamente apoiado por Trump, mas carrega para a eleição no só acusações de corrupção, mas sobretudo do inexplicável ataque dos terroristas do Hamas e do conflito posterior em Gaza. Seu oponente é o General Einsenkot, antigo Comandante das Forças de defesa de Israel. As previsões são de que nenhum dos dois terá a maioria e precisará se compor com partidos menores. E aí entram os partidos menores, no total concorrem 38, de judeus ultra ortodoxos e de conservadores, e os partidos árabes, que como no passado, muitos dos quais ditaram um rumo na política israelense que o mundo condena.

As eleições de meio mandato, nos EUA, quando serão eleitos todos os 435 deputados, o mandato lá é de dois anos e 35 dos 100 senadores, mandato de 6 anos, além de 36 governadores dos 50 estados, e assembleias e senados estaduais, além de prefeituras. A votação antecipada já começou e a batalha entre os republicanos, com Trump brigando por manter a maioria nas duas casas, e os democratas com chance de recuperar a maioria parece um combate mortal. Bilhões de dólares investidos nas campanhas, principalmente digitais e na TV, o maior doador é Elon Musk, o homem mais rico do planeta. As acusações voam como mosquitos e os republicanos têm que defender o alto custo de vida, principalmente da gasolina e do diesel e dos alimentos e o conflito com o Irã. Muitos deles, mesmo indicados por Trump, têm procurado se esquivar dessas questões, mas o eleitor que paga as contas sabe as consequências das políticas de tarifas e da guerra de Trump.

Os democratas têm muitas chances de ganhar a maioria nas duas casas, o que pode sim dificultar a impertinente gestão dos Republicanos, mas não vai diminuir o ímpeto imperial de Trump.E os democratas começam a preparar seu caminho para a Casa Branca. As urnas podem surpreender, mas de qualquer maneira seus resultados mudarão os destinos de milhões de pessoas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 DAS TRÊS ELEIÇÕES

Nos próximos dez dias serão realizadas três eleições importantes para a próxima década: Brasil, Israel e Estados Unidos. O resultado da eleição brasileira definirá não só sua maior ou menor aliança com os EUA, em qualquer situação a aliança vai existir, mas sobretudo uma maior ou menor soberania sobre seus recursos naturais e também a sua relação com seu maior parceiro comercial, a China. Na disputa entre China e EUA não estão só os chips, mas também terras raras, energia e mercados. E o Brasil é um importante player nesse jogo das duas grandes potenciais.

A eleição em Israel, único país democrático no Oriente Médio, no dia 27de outubro, para eleger os 120 membros da Knesset, o parlamento, vai definir não só o destino do mais longevo Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, 19 anos, mas também qual será a política israelense em relação aos palestinos e principalmente em relação aos seus 33 vizinhos árabes. Bibi, como é conhecido o Primeiro-ministro, foi abertamente apoiado por Trump, mas carrega para a eleição no só acusações de corrupção, mas sobretudo do inexplicável ataque dos terroristas do Hamas e do conflito posterior em Gaza. Seu oponente é o General Einsenkot, antigo Comandante das Forças de defesa de Israel. As previsões são de que nenhum dos dois terá a maioria e precisará se compor com partidos menores. E aí entram os partidos menores, no total concorrem 38, de judeus ultra ortodoxos e de conservadores, e os partidos árabes, que como no passado, muitos dos quais ditaram um rumo na política israelense que o mundo condena.

As eleições de meio mandato, nos EUA, quando serão eleitos todos os 435 deputados, o mandato lá é de dois anos e 35 dos 100 senadores, mandato de 6 anos, além de 36 governadores dos 50 estados, e assembleias e senados estaduais, além de prefeituras. A votação antecipada já começou e a batalha entre os republicanos, com Trump brigando por manter a maioria nas duas casas, e os democratas com chance de recuperar a maioria parece um combate mortal. Bilhões de dólares investidos nas campanhas, principalmente digitais e na TV, o maior doador é Elon Musk, o homem mais rico do planeta. As acusações voam como mosquitos e os republicanos têm que defender o alto custo de vida, principalmente da gasolina e do diesel e dos alimentos e o conflito com o Irã. Muitos deles, mesmo indicados por Trump, têm procurado se esquivar dessas questões, mas o eleitor que paga as contas sabe as consequências das políticas de tarifas e da guerra de Trump.

Os democratas têm muitas chances de ganhar a maioria nas duas casas, o que pode sim dificultar a impertinente gestão dos Republicanos, mas não vai diminuir o ímpeto imperial de Trump.E os democratas começam a preparar seu caminho para a Casa Branca. As urnas podem surpreender, mas de qualquer maneira seus resultados mudarão os destinos de milhões de pessoas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 DAS TRÊS ELEIÇÕES

Nos próximos dez dias serão realizadas três eleições importantes para a próxima década: Brasil, Israel e Estados Unidos. O resultado da eleição brasileira definirá não só sua maior ou menor aliança com os EUA, em qualquer situação a aliança vai existir, mas sobretudo uma maior ou menor soberania sobre seus recursos naturais e também a sua relação com seu maior parceiro comercial, a China. Na disputa entre China e EUA não estão só os chips, mas também terras raras, energia e mercados. E o Brasil é um importante player nesse jogo das duas grandes potenciais.

A eleição em Israel, único país democrático no Oriente Médio, no dia 27de outubro, para eleger os 120 membros da Knesset, o parlamento, vai definir não só o destino do mais longevo Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, 19 anos, mas também qual será a política israelense em relação aos palestinos e principalmente em relação aos seus 33 vizinhos árabes. Bibi, como é conhecido o Primeiro-ministro, foi abertamente apoiado por Trump, mas carrega para a eleição no só acusações de corrupção, mas sobretudo do inexplicável ataque dos terroristas do Hamas e do conflito posterior em Gaza. Seu oponente é o General Einsenkot, antigo Comandante das Forças de defesa de Israel. As previsões são de que nenhum dos dois terá a maioria e precisará se compor com partidos menores. E aí entram os partidos menores, no total concorrem 38, de judeus ultra ortodoxos e de conservadores, e os partidos árabes, que como no passado, muitos dos quais ditaram um rumo na política israelense que o mundo condena.

As eleições de meio mandato, nos EUA, quando serão eleitos todos os 435 deputados, o mandato lá é de dois anos e 35 dos 100 senadores, mandato de 6 anos, além de 36 governadores dos 50 estados, e assembleias e senados estaduais, além de prefeituras. A votação antecipada já começou e a batalha entre os republicanos, com Trump brigando por manter a maioria nas duas casas, e os democratas com chance de recuperar a maioria parece um combate mortal. Bilhões de dólares investidos nas campanhas, principalmente digitais e na TV, o maior doador é Elon Musk, o homem mais rico do planeta. As acusações voam como mosquitos e os republicanos têm que defender o alto custo de vida, principalmente da gasolina e do diesel e dos alimentos e o conflito com o Irã. Muitos deles, mesmo indicados por Trump, têm procurado se esquivar dessas questões, mas o eleitor que paga as contas sabe as consequências das políticas de tarifas e da guerra de Trump.

Os democratas têm muitas chances de ganhar a maioria nas duas casas, o que pode sim dificultar a impertinente gestão dos Republicanos, mas não vai diminuir o ímpeto imperial de Trump.E os democratas começam a preparar seu caminho para a Casa Branca. As urnas podem surpreender, mas de qualquer maneira seus resultados mudarão os destinos de milhões de pessoas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Friday, 23 October 2026

 DE SANTA MONICA, CALIFORNIA, ESTADOS UNIDOS

Um lugar onde, mesmo não tendo sinal de trânsito, os motoristas param só de você colocar o pé na rua com intenção de atravessar. Limpo, na beira do Pacífico, e mesmo nestes dias com temperaturas de 38° graus, em geral com céu azul. Ao lado de Los Angeles, aonde para chegar só tem um voo direto de São Paulo e com preços cada vez mais exorbitantes, Santa Monica é quase um santuário de tranquilidade. Em uma semana não vi um, sequer um policial.

A presença brasileira vai desde Fogo do Chão, com churrasco a 81 dólares, Oakberry e Ubatuba Açaí, Bossa Nova Restaurante, Super mercado Brasil, Café Brasil, Chilli Beans fechou, e mais tantos negócios, inclusive de tecnologia dominados por brasileiros.  No final das contas, a California seria, se independente, a sexta economia do mundo. Com um PIB de 4.4 trilhões de dólares, o dobro do Brasil, e crescimento este ano de 3.7 %, enquanto o país vai crescer 2.1 %, é o motor do desenvolvimento dos Estados Unidos, sem falar na sua liderança também, com os portos de Los Angeles e Long Beach e sua produção agrícola. A  California é o maior produtor mundial de pistache, além de laranjas e  vinhos. Com uma aliança ímpar entre tecnologia, gestão, a maioria dos produtores agrícolas são famílias, e marketing.

Mas, o fato de ser essa potência agricultura, não elimina o Farm market, três vezes por semana, em Santa Monica e outros lugares, a feira onde você compra diretamente do produtor. Aliás, com o brutal aumento do preços dos alimentos nos EUA, em especial da carne, que subiu 9.4 %, e a gasolina, que dobrou de preço, todos estão preocupados. E apesar de que o céu está azul, a política com eleições de meio mandato em novembro está fervendo. Os democratas querem manter o poder na Califórnia e claro que Trump e os republicanos querem tomar esse poder. A  campanha está em curso e vai definir o equilíbrio dos poderes da segunda parte do mandato do Trump. Mas, ninguém acredita que as políticas dele vão mudar muito. O que muda, caso os democratas formem a maioria no Senado e Congresso, é que a opinião pública saberá mais o que acontece em Washington e com isso será mais consciente na sua votação para Presidente em 2028.

A California não tem só peso na indústria cinematográfica, tecnologia, IA, agro e mais e mais. Seu sistema educacional,  basicamente público, tem base na infância. A criança na segunda série do ensino elementar, com 7 anos, sabe não só fazer muitos cálculo, trabalhar com computador, escrever textos, mas também muito, mas muito da história americana e do papel do governo. A Universidade da Califórnia tem um orçamento annual de 65 bilhões de dólares. E daí sai a tecnologia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Friday, 9 October 2026

AN OUTSIDE PERSPECTIVE ON THE ELECTIONS AND BRAZILIANS’ VOTES

This past weekend’s Brazilian elections were closely watched around the world. They made headlines and sparked commentary. The American press framed the election as part of a broader effort to expand U.S. influence on the continent. The influential Le Monde states that Lula’s loss of votes is due to his wear and tear from governing. The Chinese press, including that of Hong Kong, speaks extensively about Brazil’s repositioning in relation to the United States and also to China. In general terms, there is surprise at the advance not only of Flávio Bolsonaro but, in particular, at the right’s takeover of the Chamber of Deputies and the Senate. An extraordinary advance by the right. 

The ambassadors of the European Union member states jointly observed the elections in Brasília, but no European country issued any comment. The one who spoke loudly of his satisfaction that Flávio Bolsonaro was in the lead was Argentina’s Millei. The Colombian president was also emphatic and expressed satisfaction, just like Millei. Trump didn’t make many comments, but he did make one worth noting: regarding the speed of the vote count.

In fact, he wasn’t the only one. Speaking with the prime minister of a European country, he also expressed disbelief that the results were already in just four hours after the polls closed. In this specific regard—the calm and order during the elections, the integrity and confidence in the results, and the functioning of the system—the country put on a spectacular show worthy of our national soccer team in the 1970s. Furthermore, as many newspapers have pointed out, there was none of the confusion and controversy surrounding the electronic voting system that marked recent elections.

On the periphery of this geopolitical portrait of the Brazilian elections—though by no means marginal—are the votes cast by Brazilians abroad. Of the four million Brazilians living outside the country, 918,000 are registered voters, living in 134 countries. Through the Ministry of Foreign Affairs (Itamaraty), electronic voting machines were set up in 186 cities. If the world admires the organization of elections within Brazil—including in indigenous villages—it is admirable to see how this is carried out around the world, taking all local differences into account. In the U.S., fears that the dreaded immigration police (ICE) would be waiting for Brazilians to question their documentation and arrest them did not materialize. There were no incidents, and that was no accident. The U.S. government wants Brazilians to vote there, and as a result, Flavio Bolsonaro received 61% of the votes. In Japan, he received 72%. But in Portugal, Lula received 52%. Lula also won in Palestine but lost in Israel. As things stand today, overseas votes do not alter the final result. However, depending on how the runoff election unfolds, every vote counts.

Financial markets—a reliable indicator of who calls the shots on the planet—reacted worldwide with incredible joy and confidence that if the first-round result holds in the runoff, the gains will be astronomical.

 DA VISÃO EXTERNA DAS ELEIÇÕES E VOTOS DOS BRASILEIROS

As eleições brasileiras neste fim da semana foram observadas no mundo inteiro com toda atenção. Foram notícias e comentários. A imprensa americana colocou a eleição no campo de ampliação da influência americana no continente. O influente Le Monde diz que a perda de votos do Lula se deve ao seu desgaste em governar. A imprensa chinesa, inclusive de Hong Kong, fala muito em reposicionamento do Brasil em relação aos Estados Unidos e também com a China. Em termos gerais, há uma surpresa pelo avanço não só de Flávio Bolsonaro, mas em especial pela ocupação pela direita da Câmara e do Senado. Avanço extraordinário da direita.

Os embaixadores dos países da União Europeia assistiram em conjunto as eleições em Brasília, mas nenhum país europeu emitiu qualquer comentário. Quem falou alto da sua satisfação de Flávio Bolsonaro estar na frente foi o argentino Millei. Também o presidente colombiano foi enfático e mostrou satisfação como Millei. Trump não fez muitos comentários, mas fez um que vale a pena anotar: sobre a rapidez de apuração.

Aliás, não foi único. Falando com um Primeiro-ministro de um país europeu, também não acreditou que apenas quatro horas após o fechamento das urnas, já saiu o resultado. Neste capítulo específico, a tranquilidade e ordem nas eleições, a lisura e confiança no resultado, e o funcionamento do sistema, o país deu um show de bola digno de nossa seleção dos anos 70. E mais, não houve, muitos jornais lembrando disso, a confusão e contestação do sistema eletrônico de votação como nas últimas eleições.

À margem desse retrato geopolítico das eleições brasileiras, mas sem ser marginal, estão as votações dos brasileiros no exterior. Dos quatro milhões de brasileiros fora do país, 918 mil são registrados como eleitores, vivendo em 134 países. Através do Itamaraty, foram montadas urnas eletrônicas em 186 cidades. Se o mundo admira a organização das eleições no território nacional, inclusive nas aldeias indígenas, é admirável ver como isso ocorre pelo mundo afora, levando em consideração todas as diferenças locais. Nos EUA, o receio de que a temível polícia imigratória ICE fosse esperar os brasileiros para questionar a documentação e os prender, não aconteceu. Nenhum incidente e não foi por acaso. O governo americano quer que os brasileiros votem lá e assim Flavio Bolsonaro teve 61 % dos votos. Como no Japão, 72 %. Mas em Portugal Lula teve 52 %. Lula também ganhou na Palestina, mas perdeu em Israel. Os votos no exterior não alteram o resultado final na visão de hoje. Mas, dependendo de como vai se desenvolver o segundo turno, cada voto conta.

Os mercados financeiros, um fiável indicador dos que mandam no planeta, reagiram pelo mundo afora com uma alegria incrível e confiança de que se o resultado do primeiro turno prevalecer no segundo, os ganhos serão celestiais.