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Saturday, 21 February 2026

OF THE GOLD THAT SHINES AND DOESN'T SHINE


The carnival drums had another joy this year: Lucas Pinheiro Braathen's gold medal at the Winter Olympic Games in Italy. Giant slalom, king discipline among winter sports. The fact that we have snow for good only in São Joaquim, in Santa Catarina, that the boy was born in Norway, that country rich in oil, full of fjords and owner of the Nobel Peace Prize and a great investor in energy and minerals in Brazil, and that the absolute majority of Brazilians have never seen snow or ski, does not change anything. He is a Brazilian son who knows how to sing the anthem and speaks Portuguese well, dances samba, was rejected by the Norwegians for his Olympic team and found his space with Brazil and won for Brazil. First gold medal in the winter games for Latin America, including countries that, such as Chile and Argentina, have snow.


Since 1980, Brazil has incorporated its 5 million Brazilians living abroad, its diaspora, as part of the Brazilian nation. These Brazilians, today already several generations, live in the USA, two million, then come the European countries and South American neighbors. Brasiguaios in Paraguay, decasséguis in Japan. Every year they send more than 5 billion dollars to the Brazilian coffers. And every year more than 300,000 leave Brazil, nowadays with families and educated people. Not only in Canada you find these Brazilians, but in New Zealand and Australia. It seems that they are not afraid of distance or difficulties in adapting.


Thus, while we are experiencing in Brazil an aging of the population and low population growth, we are with the prospect that in 2030 almost 8 million Brazilians will live abroad, that is, 4% of the Brazilian population. The bleeding from Brazil with the departure of young people with their families, highly qualified, deeply affects our development. The reasons for emigration today are from security, perspective and professional development and last but not least loss of hope that Brazil will offer its children a better perspective. If we add to this the outflow of private savings, deposits of Brazilians in foreign banks, which add up to more than 500 billion dollars, we have a worrying equation to see in our future.


The official Brazilian system of support for Brazilians abroad is somewhat effective through Itamaraty and the Guimarães Rosa Institute, in charge of teaching language and culture. It has Citizens' Councils. And there are many Brazilians who have risen positions in societies not only as executives, sportsmen, artists and entrepreneurs, but also academics. Brazilian abroad is respected as a worker, with his swing and joy.


They don't come back, they go out more and more, and how is Brazil? Proud of your children, but impoverished here.

DO OURO QUE BRILHA E NÃO BRILHA

 

Os tambores de carnaval tiveram este ano mais uma alegria: a medalha de ouro do Lucas Pinheiro Braathen nos Jogos olímpicos de inverno na Itália. Slalom gigante, disciplina rei entre os esportes de inverno. O fato de termos neve de vez enquanto só em São Joaquim, em Santa Catarina, de o menino ter nascido na Noruega, aquele país rico em petróleo, cheio de fiordes e dono do Prêmio Nobel da Paz e grande investidor em energia e minerais no Brasil, e da absoluta maioria de brasileiros nunca ter visto neve nem esqui, não muda nada. É um filho de brasileira que sabe cantar o hino e fala bem português, dança samba, foi rejeitado pelos noruegueses para a sua seleção olímpica e achou seu espaço com o Brasil e ganhou pelo Brasil. Primeira medalha de ouro nos jogos de inverno para a América Latina, incluindo países que, como o Chile e a Argentina, têm neve.

Desde 1980, o Brasil incorporou seus 5 milhões de brasileiros que vivem no exterior, sua diáspora, como parte da nação brasileira. Esses brasileiros, hoje já  várias gerações, vivem no EUA, dois milhões, depois vêm os países europeus e vizinhos sul americanos. Brasiguaios no Paraguai, decasséguis no Japão. Todo ano eles mandam para os cofres brasileiros mais de 5 bilhões de dólares. E fodo ano saem do Brasil  mais  de 300 mil, hoje em dia com famílias e educados. Não só no Canadá você encontra esses brasileiros, mas na Nova Zelândia e Austrália. Parece que não têm medo nem da distância e nem das dificuldades para se adaptar.

Assim, enquanto estamos vivendo no Brasil um  envelhecimento da população e baixo crescimento populacional, estamos com a perspectiva de que em 2030 viverão no exterior quase 8 milhões de brasileiros ou seja 4 % de população brasileira. O sangramento do Brasil com a saída dos jovens com suas famílias, altamente  qualificados, afeta profundamente o nosso desenvolvimento. As razões da emigração hoje são desde segurança, perspectiva e desenvolvimento profissional e last but not least perda de esperança de que o Brasil ofereça para seus filhos um perspectiva melhor. Se a isso somarmos a saída de poupança privada, depósitos de brasileiros nos bancos estrangeiros, que somam mais de 500 bilhões de dólares, temos uma equação preocupante a  ver no nosso futuro.

O sistema oficial brasileiro de apoio aos brasileiros no exterior é um tanto quanto eficaz através do Itamaraty e o Instituto Guimarães Rosa, encarregado do ensino da língua e cultura. Tem Conselhos de cidadãos. E tem muitos brasileiros que galgaram posições nas sociedades não só como executivos, esportistas, artistas e empresários, como também acadêmicos. Brasileiro no exterior é respeitado como trabalhador, com sua ginga e alegria.

Eles não voltam, cada vez saem mais, e como fica o Brasil? Orgulhoso dos seus filhos, mas empobrecido aqui.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Friday, 13 February 2026

 OF LIFE THAT IS A CARNIVAL


Peace in Ukraine has not happened yet, the dead buried in Iran are still being cried, the United States blew up another boat in the Pacific, in Cuba everything is missing, even communism, in Venezuela they release and arrest, in Somalia they continue to kill, in Hong Kong they arrest an opponent for 20 years, in Japan the Prime Minister gains a majority in parliament, and so many other news, all overshadowed by the revelations of the documents of the American socialite Epstein. With due forgiveness, they turned on the fan and it's left over for everyone except one, whom they want to protect in every way.


But the most talked about event in the sports area, in addition to the start of the Winter Olympic Games in Italy with good Brazilian representation, was the American football final, SuperBowl. Probably with the exception of the millions of Americans who understand this game, the other citizens enjoyed the Puerto Rican singer Bad Bunny. With a show in Spanish, he showed through music a country that millions in the world want, the United States more equal, more democratic and more united for good with its Latin American neighborhood, starting with its territory, Puerto Rico.


But all this does not overshadow the biggest party in the world that is worldwide consecrated as the greatest carnival in the world, the Rio Carnival. The whole country, whether geographically or by the population, regardless of age, race, religion, etc. performs its physical and mental catharsis. It is a break to release the soul and acquire energy to face the year with its political and economic ills. Through blocks, balls, carnival on the street, and even rest, he fraternizes and equalizes himself. The parades of the samba schools are a show apart. For its organization, participation of thousands of people, its creativity and beauty.


The Brazilian Carnival is the deepest demonstration of the soul, culture, roots, organization, organizational capacity and everything else of the Brazilian people. And like it or not, these values in different forms, regional or racial groups, are inserted in everyday life in Brazil. And also from an economic point of view, it is a phenomenon. More than 15 billion reais are injected into the economy that week. It is true that it is little compared to what has produced some scandals in the financial area in recent months, but it is significant.


There is carnival all over the world. With no jinga, it may even be with more money spent, but none compares to the Brazilian one. Not at all. In South Africa, financed by the billionaires who owen IFood, they wanted to copy the Brazilian carnival. And then they discovered that it has no copyright because Carnival is the soul of its people, it is the expression of its roots, culture. And people like ours, only exist in Brazil, where Carnival itself is the people's, calling the ills that politicians and their termetes from other areas produce carnival is a deep offense to the people. That has another name that can be pronounced and singing, but it can't be written. But, what has, has.

DA VIDA QUE É UM CARNAVAL

 

A paz na Ucrânia não aconteceu ainda, os mortos enterrados no Irã ainda estão sendo chorados, os Estados Unidos explodiram mais um barco no Pacífico, em Cuba falta tudo, até comunismo, na Venezuela soltam e prendem, na Somália continuam matando, em Hong Kong prendem por 20 anos um opositor, no Japão a Primeira ministra ganha maioria no parlamento, e mais tantas outras notícias, todas ofuscadas pelas revelações dos documentos do socialite norte-americano Epstein. Com o devido perdão, ligaram o ventilador e está sobrando para todos com exceção de um, a quem querem proteger de todo jeito.

Mas o evento mais comentado na área esportiva, além do início de Jogos Olímpicos de inverno na Itália  com boa representação brasileira, foi a final de futebol americano, SuperBowl. Provavelmente com exceção dos milhões de norte-americanos que entendem desse jogo, os demais cidadãos curtiram o cantor  porto-riquenho Bad Bunny. Com um show em espanhol, mostrou através da música um país que outros milhões no mundo desejam, os Estados Unidos mais iguais, mais democráticos e mais unidos pelo bem com sua vizinhança latino-americana, começando com seu território, Porto Rico.

Mas, tudo isso não ofusca a maior festa do mundo que é mundialmente consagrado como o maior carnaval do mundo, o Carnaval carioca. O país inteiro, seja geograficamente, seja pela população, independentemente de  idade, raça, religião etc. executa sua catarse  física e mental. É um intervalo para soltar a alma e adquirir energia para enfrentar o ano com suas mazelas de política e economia. Através de blocos, bailes, carnaval na rua, e até descanso, se confraterniza e se iguala. Os desfiles das escolas de samba são um espetáculo à parte. Pela sua organização, participação de milhares de pessoas, sua criatividade e beleza.

O Carnaval brasileiro é a demonstração mais profunda da alma, cultura, raizes, organização, capacidade de organização e tudo mais do povo brasileiro. E queiram ou não, esses valores em formas distintas, regionais ou de grupos raciais, estão inseridos na vida cotidiana no Brasil.E também do ponto de vista econômico, é um fenômeno. Mais de 15 bilhões de reais são injetados na economia naquele semana. É verdade que é pouco diante do que produziram alguns escândalos na área financeira nestes meses, mas é significativo.

 No mundo inteiro tem carnaval. Com jinga nenhuma, pode ser até com mais dinheiro gasto, mas nenhum se compara ao brasileiro. Em nada. Na África do Sul financiado pelos bilionários donos do IFood queriam copiar o carnaval brasileiro. E aí descobriram que não tem copyright porque o Carnaval é a alma do seu povo,  é a expressão de suas raizes, cultura.E povo igual ao nosso, só existe no Brasil, onde o Carnaval mesmo é do povo, chamar as mazelas que os políticos e seus cupinchas das outras áreas produzem de carnaval é profunda ofensa ao povo. Aquilo tem outro nome que pode ser pronunciado e cantando, mas não pode ser escrito. Mas, que tem, tem.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Wednesday, 11 February 2026

HOW TO WIN THE WAR WITH EUROPE


Brazilians have already been greatly admired in Europe and remain respected. Some, like Villa-Lobos in music, Niemeyer in architecture along with Burle Marx and Lúcio Costa, JK builder of Brasília, Jorge Amado among countless writers, not to mention singers like Gil, Chico Buarque and dozens of them. What about soccer? Pelé & Co. Body Group. Sepultura. Fields Medal, the highest scientific distinction in the field of mathematics, is also ours.


The list is endless, in which it cannot be excluded that we are a democratic country, with indisputable elections for the world, here some defeated have another opinion, and that we have 30 years of exemplary execution of the Real Plan, economic stability of the country. But, we prefer to stay with the defeat syndrome for Germany. We value more the negative, the defeats, with little learning to make new victories. Now, on the eve of the carnival parades, it is good to look at the discipline, organization, personal and collective respect, as well as a musical and visual wealth, which the people, people of classes that are not part of the list of millionaires, do.


Signed the agreement between Mercosur and the EU, an agreement highly favorable to the strongest partner, which are the Europeans and which will be, even with many mishaps still, implemented at all costs, the question is: and now, José? Let's conform, extend the Persian carpet so that the ancient colonizers still take more than they already have? The EU is the largest foreign investor in the country. The French alone employ more than 500,000 people. The Spaniards dominate roads, banks, communications. Italy, energy, communications and cars. Germany, more than 5,000 companies.


No, let's reverse this. From an unfavorable agreement, make one in our favor. Many years ago a girl from Viçosa went to sell okra in Paris. With a face and the courage and support of the Embassy, he sold. And then the spoiled okra arrived because a professor from UFV who advised the company and with a post-doc in the USA, confused Fahrenheit degrees with Celsius. But we need this boldness, even with mistakes, today.


Cachaça Germana, from Nova União, is in the best places. Courage, audacity and persistence. The Havaianas, but also Stefanini in the computer area. There are also wines and cheeses from Minas Gerais there. Who exports is not the government, it is the companies with government support. It has a high-quality Itamaraty commercial promotion network, APEX, business entities with many resources to support.


The agreement offers many more opportunities in Europe for Brazilian companies than we imagine. And the country, which increased its spending on tourism abroad in three years by 400%, from 5 to 20 billion dollars, will need money to develop. With the agreement we are losing 1:0, but we are able to win again. Remember Pelé and his gang in the

DO COMO GANHAR A GUERRA COM A EUROPA

Os brasileiros já foram muito admirados na Europa e continuam respeitados. Alguns, como Villa-Lobos na música, Niemeyer na arquitetura junto com Burle Marx e Lúcio Costa, JK construtor de Brasília, Jorge Amado entre inúmeros escritores, sem falar nos cantores como Gil, Chico Buarque e dezenas deles. E o futebol? Pelé& Cia. Grupo Corpo. Sepultura.Medalha Fields, a mais alta distinção científica na área de matemática, também é nossa.

A lista é interminável, na qual não se pode excluir que somos um país democrático, com eleições incontestáveis para o mundo, por aqui alguns derrotados tem outra opinião, e que temos 30 anos de execução exemplar do Plano Real, estabilidade econômica do país. Mas, preferimos ficar com a síndrome da derrota para a Alemanha. Valorizamos mais o negativo, as derrotas, com pouco aprendizado para fazer novas vitórias. Agora, na véspera dos desfiles carnavalescos, é bom olhar a disciplina, organização, respeito pessoal e coletivo, além de uma riqueza musical e visual, que o povo, povinho de classes que não fazem parte da lista de milionários, fazem.

Assinado o acordo entre Mercosul e UE, um acordo altamente favorável ao parceiro mais forte, que são os europeus e que será, mesmo com com muitos percalços ainda, implementado custe o que custar, cabe a pergunta: e agora, José? Vamos nos conformar, estender o tapete persa para que os antigos colonizadores ainda tomem mais do que já têm? A UE é o maior investidor estrangeiro no país. Só os franceses empregam mais de 500 mil pessoas. Os espanhóis dominam estradas, bancos, comunicações. A Itália, energia, comunicações e carros. A Alemanha, mais de 5 mil empresas.

Não, vamos reverter isso. De um acordo desfavorável, fazer um a nosso favor. Muitos anos atrás uma moça de Viçosa foi vender quiabo em Paris. Com cara e a coragem e apoio da Embaixada, vendeu. E aí chegou o quiabo estragado porque um professor da UFV que assessorava a empresa e com pós-doc nos EUA, confundiu graus Fahrenheit com Celsius. Mas dessa ousadia, mesmo com erros, precisamos hoje.

A Cachaça Germana, de Nova União, está nos melhores lugares. Coragem, ousadia e persistência. As Havaianas, mas também a Stefanini na área de informática. Também tem vinhos e queijos de Minas por lá. Quem exporta não é o governo, são as empresas com apoio de governo. Tem uma rede de promoção comercial do Itamaraty de alta qualidade, a APEX, entidades empresariais com muitos recursos para apoiar.

O acordo oferece muito mais oportunidades na Europa para empresas brasileiras do que imaginamos. E o país, que aumentou seus gastos com turismo no exterior em três anos em 400 %, de 5 para 20 bilhões de dólares, vai precisas de moeda para se desenvolver. Com o acordo estamos perdendo 1:0, mas somos capazes de ganhar de novo. Remember Pelé e a turma dele na Suécia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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DO COMO GANHAR A GUERRA COM A EUROPA

Os brasileiros já foram muito admirados na Europa e continuam respeitados. Alguns, como Villa-Lobos na música, Niemeyer na arquitetura junto com Burle Marx e Lúcio Costa, JK construtor de Brasília, Jorge Amado entre inúmeros escritores, sem falar nos cantores como Gil, Chico Buarque e dezenas deles. E o futebol? Pelé& Cia. Grupo Corpo. Sepultura.Medalha Fields, a mais alta distinção científica na área de matemática, também é nossa.

A lista é interminável, na qual não se pode excluir que somos um país democrático, com eleições incontestáveis para o mundo, por aqui alguns derrotados tem outra opinião, e que temos 30 anos de execução exemplar do Plano Real, estabilidade econômica do país. Mas, preferimos ficar com a síndrome da derrota para a Alemanha. Valorizamos mais o negativo, as derrotas, com pouco aprendizado para fazer novas vitórias. Agora, na véspera dos desfiles carnavalescos, é bom olhar a disciplina, organização, respeito pessoal e coletivo, além de uma riqueza musical e visual, que o povo, povinho de classes que não fazem parte da lista de milionários, fazem.

Assinado o acordo entre Mercosul e UE, um acordo altamente favorável ao parceiro mais forte, que são os europeus e que será, mesmo com com muitos percalços ainda, implementado custe o que custar, cabe a pergunta: e agora, José? Vamos nos conformar, estender o tapete persa para que os antigos colonizadores ainda tomem mais do que já têm? A UE é o maior investidor estrangeiro no país. Só os franceses empregam mais de 500 mil pessoas. Os espanhóis dominam estradas, bancos, comunicações. A Itália, energia, comunicações e carros. A Alemanha, mais de 5 mil empresas.

Não, vamos reverter isso. De um acordo desfavorável, fazer um a nosso favor. Muitos anos atrás uma moça de Viçosa foi vender quiabo em Paris. Com cara e a coragem e apoio da Embaixada, vendeu. E aí chegou o quiabo estragado porque um professor da UFV que assessorava a empresa e com pós-doc nos EUA, confundiu graus Fahrenheit com Celsius. Mas dessa ousadia, mesmo com erros, precisamos hoje.

A Cachaça Germana, de Nova União, está nos melhores lugares. Coragem, ousadia e persistência. As Havaianas, mas também a Stefanini na área de informática. Também tem vinhos e queijos de Minas por lá. Quem exporta não é o governo, são as empresas com apoio de governo. Tem uma rede de promoção comercial do Itamaraty de alta qualidade, a APEX, entidades empresariais com muitos recursos para apoiar.

O acordo oferece muito mais oportunidades na Europa para empresas brasileiras do que imaginamos. E o país, que aumentou seus gastos com turismo no exterior em três anos em 400 %, de 5 para 20 bilhões de dólares, vai precisas de moeda para se desenvolver. Com o acordo estamos perdendo 1:0, mas somos capazes de ganhar de novo. Remember Pelé e a turma dele na Suécia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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